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06 janeiro 2011
9ª temporada? O que é isso? Assim a Phyna enfarta!
Hummmm minha amiga a Bob Esponja terá uma 9ª temporada, pode acreditar vamos ter que aturar essa mona mais uma temporada, OMG. Com a renovação pelo Nickelodeon, (MATE O DONO DA NICK), a série devi superar a marca de 200 episódios (QUE SE CUIDE A MADONNA).
Coisas que Phyna não cu-me porque causam problemas digestíveis
(Olha a fina minha amiga Sharon Stone querida vamos comer de boca fechadaa nhê?)
1 – Alimentos Gor-duro-sos ( NEM UMA PHYNA DIGERI GORDURAS,SOMENTE COISAS LITH)
2 – Frutas cítricas (CUIDADO QUE ESSAS MAUDITAS SÃO CAUSADORAS DE DOR NO ESTOMAGOOOOO, ECA.)
3 – Cafeína (QUERIDA, CAFEÍNA TAH PRESENTE NO CAFÉ I ALGUMAS OUTRAS SUBSSTÂNCIAS COMO: CHÁS, REFRI DE COLA... ENTAUM CAFÉ SÓ NO DA MANHIÃ, CHÁ SÓ O DAS 5, REFRÍ NAUM TOME.)
4 – Melancia (LARGA DE COMER MAGALI, VAI TE FAZER MÁ DIGESTÃO, LOKKA)
5 – Pepino (NÃO ESSE TIPO MORFETICA, OLHA QUE O PEPINO SÓ FAZ BEM COM A CASCAA, NÃO VAI TIRAR DO PÉ I COMER.)
Então ta nada de cu-mer essas besteiras não seja uma MORTA DE FOME, (ISSO PODE SER SEU PASSADO), seja uma PHYNA (SEU PRESENTE), como EU.
05 janeiro 2011
Maria Mika, foto, vai passar suas férias no Rio de Janeiro. Leia entrevista
Apaixonado pelo Brasil, Maria Mika está de férias no Rio de Janeiro.
A cantor Mika está passando férias no Rio de Janeiro. Depois de ser ovacionado por 20 mil pessoas no Planeta Terra em novembro último e ver jornais e sites especializados escolher a apresentação como a melhor do ano no Brasil, o moço resolveu que se apaixonou pelo Brasil (ou seria pelo calor de seu povo?) e veio passar férias por aqui. ( AINDA NÃO FOI ROUBADA? MONA A SENHORA TAH FINA )
Prestes a lançar seu novo álbum _ele adiantou em entrevista para a revista JUNIOR que o próximo CD é “meio Glee”_ Mika anda favoritando a cultura brasileira. Diz que é a melhor comida do mundo e que está apaixonado por Milton Nascimento. Em São Paulo ele ficou surpreso com o público: “quando cantei a primeira música percebi que todos cantavam juntos, que sabiam a letra. Então tive a certeza que seria um grande show”. Ele não se enganou. Com um público na mão (majoritariamente gay, diga-se), Mika fez o que quis, e transformou seu show em uma grande festa. Quando terminou, foi ao Bar Secreto, em Pinheiros, depois em uma “festinha” e então para o hotel. No dia seguinte, um domingo, recebeu o repórter Edson Soares às 13h para a entrevista exclusiva que segue abaixo.
No táxi enquanto vinha para cá, fiquei pensando qual seria minha primeira pergunta e achei melhor começar compartilhando algo - o que já dá o tom dessa “entrevista”. Seu primeiro álbum é muito especial para mim. Na época, 2006/2007, morava na França e vivia um período de muitas descobertas, quando pela primeira vez achei natural ser gay. Pela primeira vez sentia orgulho e não vergonha de quem sou.Quando voltei contei para os meus pais e amigos.Legal começar assim. Eu acho maravilhoso ouvir isso. É quase a razão de um álbum como o meu. Como se tivesse sido feito para isso. É engraçado, pois já ouvi outras
pessoas que na época tinham seus vinte e poucos falarem a mesma coisa. Dizem que passavam por um momento difícil e ao ouvirem o álbum acabavam se transformando, se
sentindo mais...
...Fortes?Não é bem força. É como um passarinho que lhes puxasse pela manga da camisa e os mudasse de direção. Um empurrãozinho. Eu acho que a única razão em concordar com
isso é simplesmente o fato de ter escrito essas canções pelo mesmo motivo. Eu componho para me sentir melhor sobre coisas da minha vida. Minhas músicas parecem contar histórias de outras pessoas, mas no fundo são sobre mim. Só imagino personagens para que as pessoas se identifiquem mais facilmente. Se funciona pra mim, mesmo quando está tudo uma merda, talvez tenham o mesmo efeito em outras pessoas.
Não sei bem como explicar ou resumir, de repente estava lá seguro de mim mesmo e sua música parecia a trilha ideal para sair, dançar, celebrar, interagir com os passantes... como em um musical. O aspecto de musical é uma decisão bastante consciente. Sempre tento pegar as pessoas que ouvem meus discos em um lugar, experimentar diferentes sensações e deixá-las em outro patamar. Nunca quiz que meus álbuns soassem como bits musicais desconexos.
Conte como era antes da música... Eu te olho e vejo uma criança em seu quarto fazendo um monte de coisas criativas... faz sentido?Meu quarto era um workshop, mas nem sempre fazia coisas tão criativas assim. Gostava de construir, fazia cenários e ambientes com meus brinquedos. Eu também fazia roupas e
ouvia muita música. Era uma criança que gostava de construir mundos. Minha mãe me achava meio autista pois me pegava limpando as paredes do quarto com uma escovinha.
Eu as queria absolutamente brancas. Com o tempo ela começou a se preocupar. Essas fantasias são comuns aos sete anos de idade e vão sumindo até os 13. Mas para mim era
pior. Quando tinha 15 estava fazendo ainda mais. Ela decidiu que eu deveria escolher algo de toda aquela brincadeira para trabalhar. Acabei sendo expulso do colégio por que
ficava muito em meu mundinho e ela me fez estudar música. Eu tinha lições super puxadas com um professor russo. Eram horas de prática. Detestava. Mas fiquei bom muito rápido e logo começaram a aparecer trabalhos em óperas e teatros. Então comecei a dividir meu tempo, em um semestre ía para a escola e no outro trabalhava. Na escola as coisas continuavam horríveis. Era rejeitado socialmente e sofria ataques homofóbicos.
Como foram essas experiências na escola?Foi horrível. Não foi fácil lidar com essa história de crescer. Quem não concorda ou tenta diminuir o problema do bullying e da homofobia está falando merda. Acho que encontrei
uma forma de dar a volta por cima sendo muito bom em algo. Escolhi a música. Acreditei que assim ganharia um pouco de liberdade e responderia aos ataques de uma forma muito mais forte, sem precisar confrontar meus agressores. Queria pulverizá-los.
Você conseguiu fazer isso bem...Estava obsecado por isso. Formulei algo meio sem querer em minha cabeça. Hoje olho para trás e entendo o que estava fazendo. Sempre sofri muito com rótulos que recebia,
então decidi que para sempre rejeitaria qualquer tipo de rótulo. É uma atitude muito diferente da de alguém que lutou por direitos políticos na década de 60 nos Estados
Unidos, por exemplo. É o contrário disso. Eu era jovem e vivia em outro contexto, por isso me concentrei em expandir as fronteiras da tolerância. Sempre digo que tolerância é
muito mais importante. Rótulos são importantes para pessoas que dependem deles para viver e fazer política. Uma vez estava em turnê pelo norte da África, em um país
notoriamente conhecido por uma politica opressora e anti gays, e durante meu show cantei “Billy Brown”. Cerca de 46 mil pessoas cantaram juntas a história do cara que finge
que não é gay, se casa, e depois resolve se assumir e nada mais além disso importa. Ouvir 46 mil pessoas cantando uma música como essa é tolerância, não é política e não
tem nada a ver com rótulos. Eu pesquiso teatro e me inspiro bastante no Michael Hunchtence (INXS). Ele foi uma pessoa muito importante para a fisicalidade masculina na
cultura pop. Ele, por exemplo, mexia os ombros como uma mulher mas de uma maneira masculina. Quando subo no palco e danço de uma maneira mais feminina tabém faço um
convite à tolerância. Se você faz algo parecido em alguns lugares na rua ou em um bar, talvez venham te abordar. Eu posso fazer no palco independente se a pessoa na platéia é
hétero, gay ou outra coisa. E elas acabam reagindo da mesma maneira. A teatralidade é algo muito importante para mim. É o meu approach. Cada um pode ter o seu. Mas claro
que a sexualidade é algo que pesa em meus discos. Eu falo sobre isso mais do que qualquer outro artista pop do mundo, mas o faço de uma maneira que engana pessoas
que talvez nunca falariam sobre o assunto. Não tem política em minha música. É quase uma armadilha.
Mas o envolvimento político é importante para a conquista de direitos legais.Pouco a pouco tenho me envolvido mais no lado político, conforme vou ficando mais velho. Recentemente escrevi uma coluna para o jornal italiano La Repubblica em que respondo a um recente comentário homofóbico do Berlusconi. [referindo-se à declaração do primeiro ministro italiano que respondeu a acusações de assédio a uma jovem marroquina menor de idade dizendo que “é melhor gostar de mulheres bonitas do que ser gay”].
O que você diz no artigo?O artigo não saiu ainda, mas basicamente digo que em nenhum outro país desenvolvido no mundo um líder político faz um comentário como esse e ganha tapinhas nas costas ao
invés de uma repercussão negativa. Não é engraçado. Ele e todos que o apoiam deveriam se envergonhar. É estúpido. E escrevo isso no momento em que meu disco está no topo em diversos segmentos do mercado fonográfico italiano.
Nunca sabemos nada sobre você. Como se mantém intacto ao assédio da imprensa?Eu sou um mistério. Tenho um monte de segredos, alguns bons e outros que me envergonham, desde jovem. “O Garoto que Sabia Demais” [título do segundo disco] é
uma referência ao jovem que fingia ir dormir e fugia pela janela para se jogar em clubes até as cinco da manhã. Não sou tão perfeitinho assim.
E o que você faz pra se divertir?As mesmas coisas que todo mundo. Saio, mas para lugares que não haverá fotógrafos. Eu bebo, faço coisinhas... sabe... igual a todos. Mas ninguém lê nada a respeito. Eu não
entrego tudo. Coloco tudo em minhas músicas e não em entrevistas. Acho importante acordar e ser capaz de fazer um show, escrever uma música, fazer meu trabalho e não
sentir que vendi todos os aspectos da minha vida. E isso me ajudou muito. A turnê de meu segundo disco foi três vezes maior que a do primeiro. Acho que isso só acontece por
que me mantive relativamente focado. Talvez um dia isso mude, mas por enquanto estou bem feliz assim.
O que podemos esperar do terceiro álbum?Vai ser um disco ultra pop. Bem mais que o segundo, mas diferente do primeiro. Não é sobre infância, nem adolescência. São histórias diferentes. Você vai conseguir encaixá-lo
no todo de minha carreira mas ao mesmo tempo verá coisas novas. Tem algo em minha música que é difícil de explicar. Eu não me considero cool ou uncool, na moda ou fora de
moda. Eu sou meio qualquer coisa. Minha música não é pop, nem indie, nem eletrônica. Ela fica ali em um lugar estranho no meio de tudo isso. É como uma bolha. E sei que
quando faço algo bom é realmente difícil não se envolver. Uma música como “Happy Ending”, por exemplo, simplesmente funciona e ponto. Eu quero que seja assim, cheio de
melodia sem se encaixar muito em gêneros. Você vai ver.
No táxi enquanto vinha para cá, fiquei pensando qual seria minha primeira pergunta e achei melhor começar compartilhando algo - o que já dá o tom dessa “entrevista”. Seu primeiro álbum é muito especial para mim. Na época, 2006/2007, morava na França e vivia um período de muitas descobertas, quando pela primeira vez achei natural ser gay. Pela primeira vez sentia orgulho e não vergonha de quem sou.Quando voltei contei para os meus pais e amigos.Legal começar assim. Eu acho maravilhoso ouvir isso. É quase a razão de um álbum como o meu. Como se tivesse sido feito para isso. É engraçado, pois já ouvi outras
pessoas que na época tinham seus vinte e poucos falarem a mesma coisa. Dizem que passavam por um momento difícil e ao ouvirem o álbum acabavam se transformando, se
sentindo mais...
...Fortes?Não é bem força. É como um passarinho que lhes puxasse pela manga da camisa e os mudasse de direção. Um empurrãozinho. Eu acho que a única razão em concordar com
isso é simplesmente o fato de ter escrito essas canções pelo mesmo motivo. Eu componho para me sentir melhor sobre coisas da minha vida. Minhas músicas parecem contar histórias de outras pessoas, mas no fundo são sobre mim. Só imagino personagens para que as pessoas se identifiquem mais facilmente. Se funciona pra mim, mesmo quando está tudo uma merda, talvez tenham o mesmo efeito em outras pessoas.
Não sei bem como explicar ou resumir, de repente estava lá seguro de mim mesmo e sua música parecia a trilha ideal para sair, dançar, celebrar, interagir com os passantes... como em um musical. O aspecto de musical é uma decisão bastante consciente. Sempre tento pegar as pessoas que ouvem meus discos em um lugar, experimentar diferentes sensações e deixá-las em outro patamar. Nunca quiz que meus álbuns soassem como bits musicais desconexos.
Conte como era antes da música... Eu te olho e vejo uma criança em seu quarto fazendo um monte de coisas criativas... faz sentido?Meu quarto era um workshop, mas nem sempre fazia coisas tão criativas assim. Gostava de construir, fazia cenários e ambientes com meus brinquedos. Eu também fazia roupas e
ouvia muita música. Era uma criança que gostava de construir mundos. Minha mãe me achava meio autista pois me pegava limpando as paredes do quarto com uma escovinha.
Eu as queria absolutamente brancas. Com o tempo ela começou a se preocupar. Essas fantasias são comuns aos sete anos de idade e vão sumindo até os 13. Mas para mim era
pior. Quando tinha 15 estava fazendo ainda mais. Ela decidiu que eu deveria escolher algo de toda aquela brincadeira para trabalhar. Acabei sendo expulso do colégio por que
ficava muito em meu mundinho e ela me fez estudar música. Eu tinha lições super puxadas com um professor russo. Eram horas de prática. Detestava. Mas fiquei bom muito rápido e logo começaram a aparecer trabalhos em óperas e teatros. Então comecei a dividir meu tempo, em um semestre ía para a escola e no outro trabalhava. Na escola as coisas continuavam horríveis. Era rejeitado socialmente e sofria ataques homofóbicos.
Como foram essas experiências na escola?Foi horrível. Não foi fácil lidar com essa história de crescer. Quem não concorda ou tenta diminuir o problema do bullying e da homofobia está falando merda. Acho que encontrei
uma forma de dar a volta por cima sendo muito bom em algo. Escolhi a música. Acreditei que assim ganharia um pouco de liberdade e responderia aos ataques de uma forma muito mais forte, sem precisar confrontar meus agressores. Queria pulverizá-los.
Você conseguiu fazer isso bem...Estava obsecado por isso. Formulei algo meio sem querer em minha cabeça. Hoje olho para trás e entendo o que estava fazendo. Sempre sofri muito com rótulos que recebia,
então decidi que para sempre rejeitaria qualquer tipo de rótulo. É uma atitude muito diferente da de alguém que lutou por direitos políticos na década de 60 nos Estados
Unidos, por exemplo. É o contrário disso. Eu era jovem e vivia em outro contexto, por isso me concentrei em expandir as fronteiras da tolerância. Sempre digo que tolerância é
muito mais importante. Rótulos são importantes para pessoas que dependem deles para viver e fazer política. Uma vez estava em turnê pelo norte da África, em um país
notoriamente conhecido por uma politica opressora e anti gays, e durante meu show cantei “Billy Brown”. Cerca de 46 mil pessoas cantaram juntas a história do cara que finge
que não é gay, se casa, e depois resolve se assumir e nada mais além disso importa. Ouvir 46 mil pessoas cantando uma música como essa é tolerância, não é política e não
tem nada a ver com rótulos. Eu pesquiso teatro e me inspiro bastante no Michael Hunchtence (INXS). Ele foi uma pessoa muito importante para a fisicalidade masculina na
cultura pop. Ele, por exemplo, mexia os ombros como uma mulher mas de uma maneira masculina. Quando subo no palco e danço de uma maneira mais feminina tabém faço um
convite à tolerância. Se você faz algo parecido em alguns lugares na rua ou em um bar, talvez venham te abordar. Eu posso fazer no palco independente se a pessoa na platéia é
hétero, gay ou outra coisa. E elas acabam reagindo da mesma maneira. A teatralidade é algo muito importante para mim. É o meu approach. Cada um pode ter o seu. Mas claro
que a sexualidade é algo que pesa em meus discos. Eu falo sobre isso mais do que qualquer outro artista pop do mundo, mas o faço de uma maneira que engana pessoas
que talvez nunca falariam sobre o assunto. Não tem política em minha música. É quase uma armadilha.
Mas o envolvimento político é importante para a conquista de direitos legais.Pouco a pouco tenho me envolvido mais no lado político, conforme vou ficando mais velho. Recentemente escrevi uma coluna para o jornal italiano La Repubblica em que respondo a um recente comentário homofóbico do Berlusconi. [referindo-se à declaração do primeiro ministro italiano que respondeu a acusações de assédio a uma jovem marroquina menor de idade dizendo que “é melhor gostar de mulheres bonitas do que ser gay”].
O que você diz no artigo?O artigo não saiu ainda, mas basicamente digo que em nenhum outro país desenvolvido no mundo um líder político faz um comentário como esse e ganha tapinhas nas costas ao
invés de uma repercussão negativa. Não é engraçado. Ele e todos que o apoiam deveriam se envergonhar. É estúpido. E escrevo isso no momento em que meu disco está no topo em diversos segmentos do mercado fonográfico italiano.
Nunca sabemos nada sobre você. Como se mantém intacto ao assédio da imprensa?Eu sou um mistério. Tenho um monte de segredos, alguns bons e outros que me envergonham, desde jovem. “O Garoto que Sabia Demais” [título do segundo disco] é
uma referência ao jovem que fingia ir dormir e fugia pela janela para se jogar em clubes até as cinco da manhã. Não sou tão perfeitinho assim.
E o que você faz pra se divertir?As mesmas coisas que todo mundo. Saio, mas para lugares que não haverá fotógrafos. Eu bebo, faço coisinhas... sabe... igual a todos. Mas ninguém lê nada a respeito. Eu não
entrego tudo. Coloco tudo em minhas músicas e não em entrevistas. Acho importante acordar e ser capaz de fazer um show, escrever uma música, fazer meu trabalho e não
sentir que vendi todos os aspectos da minha vida. E isso me ajudou muito. A turnê de meu segundo disco foi três vezes maior que a do primeiro. Acho que isso só acontece por
que me mantive relativamente focado. Talvez um dia isso mude, mas por enquanto estou bem feliz assim.
O que podemos esperar do terceiro álbum?Vai ser um disco ultra pop. Bem mais que o segundo, mas diferente do primeiro. Não é sobre infância, nem adolescência. São histórias diferentes. Você vai conseguir encaixá-lo
no todo de minha carreira mas ao mesmo tempo verá coisas novas. Tem algo em minha música que é difícil de explicar. Eu não me considero cool ou uncool, na moda ou fora de
moda. Eu sou meio qualquer coisa. Minha música não é pop, nem indie, nem eletrônica. Ela fica ali em um lugar estranho no meio de tudo isso. É como uma bolha. E sei que
quando faço algo bom é realmente difícil não se envolver. Uma música como “Happy Ending”, por exemplo, simplesmente funciona e ponto. Eu quero que seja assim, cheio de
melodia sem se encaixar muito em gêneros. Você vai ver.
Obrigado! Acho que você precisa ir... Você assiste a série Glee?Sim. Meu próximo álbum é super Glee pra ser sincero.
Eles deveriam fazer um episódio especial Mika.Eu não sou tão famoso assim nos Estados Unidos.
(Vou escrever à Fox sugerindo)
Eles deveriam fazer um episódio especial Mika.Eu não sou tão famoso assim nos Estados Unidos.
(Vou escrever à Fox sugerindo)
Personagens GAYAs da TV e cinema BRASILEIRON são entregues a atores héteros???
Atores brasileiros héteros brigam para conseguir personagens gays na TV e no cinema
Em entrevista publicada na edição da revista JUNIOR de número 11, o autor de novelas Gilberto Braga disparou: “ator gay com potencialidade de galã tem mais é que ficar discreto. Veja o caso do Rupert Everett. Excelente ator, bonitão. Desde que assumiu está sendo chamado para papéis de galã? Que eu saiba não está. Em televisão é pior ainda do que cinema, porque o espectador médio é mais conservador”. A declaração foi replicada por inúmeros sites e saiu até na revista Veja.
Vale lembrar que Gilberto Braga é gay, casado há 35 anos e não está longe de qualuqer tipo de preconceito. O que ele declarou nesta entrevista é um fato. A visão do jornalista norte-americano Ramin Setoodeh, da revista Newsweek, é parecida. E ele vai além. Em artigo publicado pelo semanário e também replicado pela mídia mundial, o colunista diz que na TV e no cinema, personagens gays são intepretados por atores notoriamente héteros, que cada vez mais apelam para esses papeis.
Setoodeh, que também é gay, acredita que os grandes estúdios tem evitado atores assumidos para papeis de homossexuais, que são destinados a atores heterossexuais.
"A situação é desfavorável para os gays", diz Setoodeh. No artigo o jornalista sugere que os estúdios temem que um ator gay possa desagradar o público e prejudicar as bilheterias. "Logo, atores héteros ganham os papeis de gays e o comentário geral é de como eles são corajosos", declarou ele. Os exemplos são muitos. "O Golpista do Ano" com Jim Carrey, Ewan McGregor e Rodrigo Santoro em papeis gays (todos héteros, como se sabe); “Brokeback Mountain” com Heath Ledger e Jake Gyllenhaal nos papeis principais; Sean Penn e James Franco em “Milk” etc.
No Brasil a realidade é a mesma. Na mais recente leva de filmes com personagens gays, galãs conhecidos (e casados) interpretam gays. Em “Como Esquecer”, Murilo Rosa vive um gay esteriotipado; no filme “Estamos Juntos”, com estréia prevista para setembro próximo, é Cauã Reymond quem interpreta um DJ homossexual. Em “Do Começo ao Fim”, os irmãos gays são intepretados por João Gabriel Vasconcelos e Rafael Cardoso. Até travestis são intrepretados por atores heterossexuais. Veja o caso de “Elvis e Madona”, com Igor Cotrin de peruca e salto alto vivendo a personagem título. Até Milhem Cortaz, um grande ator de aspecto rude e másculo foi elencando para o papel de uma travesti em “Se Nada Mais Der Certo”. E ele a fez tão perfeitamente que rouba a cena do filme. Na TV vale o mesmo: Julinho (André Arteche) e Osmar (Gustavo Leão) de Ti Ti Ti. Héteros assumidos.
Agora as expectativas giram em torno da nova novela de Gilberto Braga, “Insensato Coração”, com estréia marcada para o dia 17 na Rede Globo. Serão seis papeis de homossexuais já elencados. Rodrigo Andrade, Leonardo Miggiorim, Marcos Damingo, Wendel Bendelack, Edson Fieschi e Cristiana Oliveira. A gente não sabe se algum deles é gay. Mas temos certeza que pelo menos nenhum é assumido.
Vale lembrar que Gilberto Braga é gay, casado há 35 anos e não está longe de qualuqer tipo de preconceito. O que ele declarou nesta entrevista é um fato. A visão do jornalista norte-americano Ramin Setoodeh, da revista Newsweek, é parecida. E ele vai além. Em artigo publicado pelo semanário e também replicado pela mídia mundial, o colunista diz que na TV e no cinema, personagens gays são intepretados por atores notoriamente héteros, que cada vez mais apelam para esses papeis.
Setoodeh, que também é gay, acredita que os grandes estúdios tem evitado atores assumidos para papeis de homossexuais, que são destinados a atores heterossexuais.
"A situação é desfavorável para os gays", diz Setoodeh. No artigo o jornalista sugere que os estúdios temem que um ator gay possa desagradar o público e prejudicar as bilheterias. "Logo, atores héteros ganham os papeis de gays e o comentário geral é de como eles são corajosos", declarou ele. Os exemplos são muitos. "O Golpista do Ano" com Jim Carrey, Ewan McGregor e Rodrigo Santoro em papeis gays (todos héteros, como se sabe); “Brokeback Mountain” com Heath Ledger e Jake Gyllenhaal nos papeis principais; Sean Penn e James Franco em “Milk” etc.
No Brasil a realidade é a mesma. Na mais recente leva de filmes com personagens gays, galãs conhecidos (e casados) interpretam gays. Em “Como Esquecer”, Murilo Rosa vive um gay esteriotipado; no filme “Estamos Juntos”, com estréia prevista para setembro próximo, é Cauã Reymond quem interpreta um DJ homossexual. Em “Do Começo ao Fim”, os irmãos gays são intepretados por João Gabriel Vasconcelos e Rafael Cardoso. Até travestis são intrepretados por atores heterossexuais. Veja o caso de “Elvis e Madona”, com Igor Cotrin de peruca e salto alto vivendo a personagem título. Até Milhem Cortaz, um grande ator de aspecto rude e másculo foi elencando para o papel de uma travesti em “Se Nada Mais Der Certo”. E ele a fez tão perfeitamente que rouba a cena do filme. Na TV vale o mesmo: Julinho (André Arteche) e Osmar (Gustavo Leão) de Ti Ti Ti. Héteros assumidos.
Agora as expectativas giram em torno da nova novela de Gilberto Braga, “Insensato Coração”, com estréia marcada para o dia 17 na Rede Globo. Serão seis papeis de homossexuais já elencados. Rodrigo Andrade, Leonardo Miggiorim, Marcos Damingo, Wendel Bendelack, Edson Fieschi e Cristiana Oliveira. A gente não sabe se algum deles é gay. Mas temos certeza que pelo menos nenhum é assumido.
Justiça autoriza transexual a mudar de nome e sexo em documentos
A Justiça de São Paulo autorizou uma transexual a ter novo registro de nascimento, com permissão para trocar todos os documentos e ter, oficialmente, modificados o nome e o sexo. Com a decisão, a estudante acrescentará o nome Amanda aos sobrenomes que já constavam em sua carteira de identidade.
Leia mais:
STJ decide que jovem precisa provar que nome causa constrangimento, para alterar registro Justiça do RS autoriza transexual a mudar de nome Justiça autoriza transexual a mudar nome e sexo no registro civil STJ autoriza transexual que fez cirurgia de mudança de sexo a alterar certidão
Após dois anos de acompanhamento psicológico, a estudante de 19 anos passou por uma cirurgia para mudança de sexo. A análise e conclusão sobre retificação de registro aconteceu em apenas 20 dias e a sentença favorável foi dada no último dia 17 pela juíza Paula de Oliveira, da 1ª Vara Cível de Marília.
Na sentença, a juíza alegou que, apesar de Amanda ter nascido homem, a cirurgia a transformou com perfeição em mulher. "O autor já é, agora, também fisicamente mulher. Como último estágio na procura de sua identidade pretende agora modificar no assento próprio, o nome e o sexo. Esta última barreira, jurídica, não pode ser obstáculo a tanto", concluiu.
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Após dois anos de acompanhamento psicológico, a estudante de 19 anos passou por uma cirurgia para mudança de sexo. A análise e conclusão sobre retificação de registro aconteceu em apenas 20 dias e a sentença favorável foi dada no último dia 17 pela juíza Paula de Oliveira, da 1ª Vara Cível de Marília.
Na sentença, a juíza alegou que, apesar de Amanda ter nascido homem, a cirurgia a transformou com perfeição em mulher. "O autor já é, agora, também fisicamente mulher. Como último estágio na procura de sua identidade pretende agora modificar no assento próprio, o nome e o sexo. Esta última barreira, jurídica, não pode ser obstáculo a tanto", concluiu.
Redação do site uol.com
Você sabia que Analmara e Pririguetchy são BFF'S?
Tá pra nascer uma classe mais unida que a das BBBiscas, néan?
Elas se lhygam todo dya e falam “Será que, se juntarmos nossos maxi edys na praya do Pepê e forjarmosh alguma intimidadche, conseguiremos chamar a atenção de algum paparazzee?”
PONTO PRA EQUIPE! TÁ NA HUÓME DO EGO!
Mas é mointo ÇUÇEÇO pra uma foto só
Diega Alemão, Cida (sim, é aquela Cida que eshcovava os dentchys com a água da jacoozzee), Tessália e Rafeenha reunidosh em uma gravação do c-anal Multisheque.
É o que eu sempre digo, néan? SE CAI UMA BOMBA NESSE AMBIENTCHY EU NÃO SEI O QUE SERIA DA GENTCHY QUEDIZE
BBB 11: Que leesho
Aquele momento mais eshperado do ano pras gordjeenha que curtchy ficar na frentchy da tv cuidado da vida dos outros shegou! Calma cremosa, ainda não é queima de eshtoque de esmaltchy nem promoção na CACAU SHEQUE, eu tô falando do BBB! Boninha divulgou hoje a lishta dos selecionados e a gentchy OBVIAMENTCHY já vai exercer aquele grande talento de tentar joolgar a pessoa por uma foto. Mas se a gentchy sempre se sai bem fazendo isso nas redes sociais pq não se sairia aqui, NÃO É MESHMO? Então prepara a bola de crishtal, o balde, o KY, o pepino e o pano de prato e VEM COMEEEEEEEEEEEEEEEEGO!
Não sei se a produção poshtou os concorrentchys em ordem albafétchica, ou se meteu a Pocahontas logo de primeyra pra gentchy já ir de preparando pro neeveel BAISHO dos BBBs dessa edyção
Agora ME DIZ: a pessoa é CABEREREYRA e posa pra foto que vai ASSOMBRAR a gentchy pelos próximos 3 meses com essa franjeenha do Ceboleenha?
COM AS COLES DO VENTO ELA VAI COLOLIR?
Mas o melhor de tudo é que…
EUROPA EM PEEEEEEEEEEEEEEEESO NESSE BBB!
ACUENDA, BRASEEL!
Ashey Cristchiano meio URSEENHA-TOR, néan?
É daqueles que você não agarra logo que shega na buatchy, mas depois das 3 já começa a reconsiderar.
Precisamos ver DE SOONGUEENHA pra decidir se vai ser efetsheevado.
Mas tô sentshindo potencial.
OLHAÍ O GANHADOR DO BBB11!
É sempre o pobreenho sofrido com cara de integrantshee da Família Adams que leva o prêmio, não?
E o pior é que com esse nome TÃO leendo ele merecia ser mais gatsheenho ALOAKSKSKSKSKS
Diana, cover da Giovanna Chewbacca, tem cara dessas que shora de saudadys da fameela, shora de saudadys do namorado, shora de saudadys do cachorrinho com problema e shora de saudadys da almofadjeenha de coração com braceenhos que ela sempre dorme abraçada.
DOU 3 SEMANAS!
Eu tava até sensheendo um potencial no Diogo pra deishar a gentchy umidificadjeenha, mas daí você vai e se depara com isso:
ALERTA PASS! ALERTA PASS! ALERTA PASS!
NÃO VEM GENTE!
SEGOONDA PASSIVA DESSA EDY-ÇÃO!
Precisava gritar INHAÍÍÍÍÍÍÍÍÍÍÍÍÍÍÍÍÍÍ pro fuótografo? Aposhto como ela tava balançando os ombreenhos também.
E da onde será que ele era barman?
1) Planet G
2) Cantho
3) Tunnel
4) Balada Mixta
Pelo menos não vai ter mais que pegar em cocketeleyra, néan? QUEDIZE
Janaeena já foi raeenha de baterya da X9 Paulishtana:
QUE TUDO NÉANZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZROINCZZZZZZZZZZZZROINCROINC
DANÇARINA COM CASHOS TÃO BEM TORNEADOS?
SEI!
Isso aqui no M’Boi tem outro nome. Começa com PU e termina com TA.
Looceeval é jornalishta bayano.
Mas outra guei nessa linha Jean (Free) Willys?
PRAQ BOTAR VIADA BONITA, NÉ? VAMO BOTAR AS INTELECTOOAL!
Meucoo pra você, Boneenha!
EIKE FOFA! EIKE CARISMATCHICA! EIKE GRACEENHA!
TRAZ A BAZOOCA PRA MEEM?
Maureeceeo é daqueles que tinha tudo pra dar certo mas terminou eshú.
Me lembrou um pouco Maica Jackson, ashey meio creepy.
Michelly é das meenhas: É UM OLHO NA CARA DO BOY E OUTRO NA NECA!
Foco no conjoontsheenho de pérolas. Será que ela vai cozeenhar pra galere?
Se você asha a minha leebeedo grande CATA SÓ A DISHTÂNCIA ENTRE OS OLHOS DA NATALIA!
Vai ser o BBB da incrusão oftamológeeca, gent?
Se Barbara Pass não tivesse drunkorexia ela seria EXATAMENTCHY ASSIM!
VOLTA PRA VODKA, RENATINHA!ÚNICO BOY REALMENTCHY MAGIA DESSA EDY-ÇÃO!
Rodrigão já foi Mishter Paraná (!!!!!), e se joolgarmos pelas amizadches do rapaz:
ELE DEVE SER MOINTO MASHO E MOINTO INTELIGENTSHE!
Mas o que realmentchy me preocupou no Rodrigão foi outra coisa:
KD A NECA, BRASEEL?
Será que Rodrigão na verdadche é RODRIGUEENHO?
AÍ NÃO!
ADMEENEESTRADOR?
A gentchy tá sabendo mointo bem o que você admeeneestra, Rô:
VEMK PRA EU TE EDYMINISTRAR! VEM!
E pra feshar a lishta com SHAVE DE OURO temos TALULA, que vai deshbancar nossa amada TESSÁLIA na catiguria #servepratudo.
Então já sabem, néan? Deishem a sua TALULA lisinha e loobreefeecada que a temporada de baisharias está aberta!
Comédia gay “O golpista do ano” é indicada em prévia do Oscar por roteiristas
Nesta terça-feira, o Sindicato dos Roteiristas de Hollywood apresentou suas indicações aos prêmios de cinema e televisão de 2011. A lista que acertou nos últimos 16 anos por onze vezes o vencedor do Oscar em Roteiros, incluiu o filme “O golpista do ano” (I love you Phillip Morris), que conta com os atores Jim Carrey, Rodrigo Santoro e Ewan McGregor.
A comédia gay conta a real história do um golpista americano Steven Jay Russel (Carrey) que era homossexual e que fugiu por diversas vezes da cadeia. A miraculosa história foi indicada para a categoria Melhor Roteiro Adaptado e apesar dos grandes nomes, o filme teve lançamento atrasado e não recebeu todo o destaque que merecia.
"127 Horas", "O Golpista do Ano", "A Rede Social", "Atração Perigosa" e "Bravura Indômita" completam a lista de indicações da categoria. "O Discurso do Rei" e "Toy Story 3" foram considerados inelegíveis pelo sindicato mas devem aparecer no Oscar.
Os indicados para o Oscar 2011 serão anunciados no dia 5 de fevereiro, em cerimônia realizada simultaneamente em Los Angeles e Nova York.
A comédia gay conta a real história do um golpista americano Steven Jay Russel (Carrey) que era homossexual e que fugiu por diversas vezes da cadeia. A miraculosa história foi indicada para a categoria Melhor Roteiro Adaptado e apesar dos grandes nomes, o filme teve lançamento atrasado e não recebeu todo o destaque que merecia.
"127 Horas", "O Golpista do Ano", "A Rede Social", "Atração Perigosa" e "Bravura Indômita" completam a lista de indicações da categoria. "O Discurso do Rei" e "Toy Story 3" foram considerados inelegíveis pelo sindicato mas devem aparecer no Oscar.
Os indicados para o Oscar 2011 serão anunciados no dia 5 de fevereiro, em cerimônia realizada simultaneamente em Los Angeles e Nova York.
Veja abaixo a lista dos indicados pelo Sindicato dos Roteiristas:
Roteiro original
"Cisne Negro"
"O Vencedor"
"A Origem"
"Minhas Mães e Meu Pai"
"Sentimento de Culpa"
"Cisne Negro"
"O Vencedor"
"A Origem"
"Minhas Mães e Meu Pai"
"Sentimento de Culpa"
Roteiro adaptado
"127 Horas"
"O Golpista do Ano"
"A Rede Social"
"Atração Perigosa"
"Bravura Indômita"
"127 Horas"
"O Golpista do Ano"
"A Rede Social"
"Atração Perigosa"
"Bravura Indômita"
Roteiro de documentário
"Emenies of the People"
"Freedom Riders"
"Trabalho Interno"
"The Two Escobars"
"Who Is Harry Nilsson (And Why Is Everybody Talkin´ About Him)?"
"Emenies of the People"
"Freedom Riders"
"Trabalho Interno"
"The Two Escobars"
"Who Is Harry Nilsson (And Why Is Everybody Talkin´ About Him)?"
Rodrigo, do 'BBB 11', já posou nu para revista gay
Rodrigo Carvalho, do "BBB 11", já posou nu para uma revista gay. Os integrantes da 11ª edição do "Big Brother Brasil" foram divulgados na tarde desta quinta, 5, no site oficial do programa. Rodrigo, que é pernambucano, posou nu para a "G Magazine" e já foi candidato ao titulo de Rei do Baile Municipal de Recife em 2008. Em vídeo, ele se diz extrovertido e animado.
Publicado pelo site "o globo"
04 janeiro 2011
Jornal terá de indenizar 100 homossexuais por ter pedido que população os enforcasse.
Uma boa notícia vinda do continente mais homofóbico do mundo. A Justiça de Uganda determinou que os 100 homossexuais listados em uma matéria do jornal Rolling Stone sejam indenizados. O veículo de comunicação divulgou fotos deles e pediu para a população os matarem como forma de “limpar o país”.
Foi decidido que cada um dos três autores do texto deve pagar cerca de mil reais a cada homossexual da lista. A matéria dizia que gays e lésbicas vão “recrutar” pelo menos 1 milhão de crianças até 2012 e que a sociedade deve evitar que homossexuais “invadam” a escola. Era um dos títulos do jornal: “Enforque-os. Eles estão atrás de nossos filhos”.
Foi decidido que cada um dos três autores do texto deve pagar cerca de mil reais a cada homossexual da lista. A matéria dizia que gays e lésbicas vão “recrutar” pelo menos 1 milhão de crianças até 2012 e que a sociedade deve evitar que homossexuais “invadam” a escola. Era um dos títulos do jornal: “Enforque-os. Eles estão atrás de nossos filhos”.
Calendário de makes!
Não é só a Pirelli nem a “Vogue” Paris que faz calendário. A marca de cosméticos Maybelline chamou Kenneth Willard pra clicar sua folhinha em edição limitada – quando você “monta” todas as fotos, o resultado fica parecendo um prédio típico de NY! Outra coisa que pode interessar especificamente os brasileiros é a presença de uma modelo no mês de novembro… Lisalla Montenegro, da Ten Models, é a única do país no casting. Não conhece? Pois deveria: confere aí na galeria como a moça tem um rosto lindo!


4:27 PM
Poin Glitter